sábado, 17 de abril de 2010

"Preservativos "ao" Papa em Portugal" no EXPRESSO!

Podem ler uma pequena menção à Acção de Sensibilização "Preservativos "ao" Papa em Portugal no Jornal EXPRESSO, de hoje, Sábado 17 de Abril, no âmbito de uma peça alargada sobre a Visita Papal.





"Na mira das autoridades estará também o movimento Preservativos "ao" Papa em Portugal, que já conta com 7500 apoiantes e é, até ao momento, a única iniciativa pública, desalinhada da agenda oficial, anunciada. Os organizadores vão distribuir 25 mil preservativos nos locais percorridos por Bento XVI. "É uma sensibilização pacifista", garante Diogo Caldas Figueira, porta-voz da iniciativa que critica as declarações "irresponsáveis" de Ratzinger sobre o uso do preservativo na sua última visita a África. O movimento recebeu o apoio de várias ONG e já foi apelidado pelos detractores como "um braço do lobby gay". Diogo Figueira nega e revela que recebe todos os dias comentários e chamadas anónimas de pessoas, "ligadas à Igreja ou não", a criticar duramente a iniciativa."


Acreditamos de alma e coração nesta iniciativa e sabemos o mérito da mesma e temos a consciência tranquila. A partir daí, saberemos que tudo correrá bem! Obrigado a todos!

21 comentários:

Anónimo disse...

Sinceramente acho que esta é uma iniciativa ridícula!
Respeitem um pouco mais a comunidade Cristã sff. Ninguém vos obriga a acreditar.

Preocupem-se com causas que realmente valem a pena!

Anónimo disse...

Esta brincadeira vai sair-vos mt cara, disso vos garanto!

José Cel disse...

Muito boa noite!

Esta campanha por muito boas e nobres que os organizadores pensam que sejam as causas estas estão de facto a criar polémica e vão originar acções violentas nos dias referidos, isto porque, já ouvi várias pessoas de um lado e de outro a dizer: se não me deixam distribuir acontece isto, ou por outro lado, se me dão algo acontece aquilo. Deste modo, como pacifísta vou alertar as autoridades para que haja PAZ nestas datas.

Muito obrigado pela compreenção.

Cumprimentos,

José Cel

Diogo Caldas Figueira disse...

Agradeço as vossas preocupações!

Cumprimentos,

Diogo Caldas Figueira

Xana disse...

Distribuir preservativos à entrada das missas... Pois, vê-se logo que não tem nada a ver com religião... e o nome da iniciativa deve ser uma alusão à papa de aveia certamente. Dar preservativos aos peregrinos de Fátima, alguns extenuados por uma caminhada de centenas de quilómetros, e roubar-lhes aquele momento precioso que é a chegada ao seu objectivo com esse gesto tão frio de quem se acha detentor de uma verdade incontestável, suficientemente incontestável para invadir de forma tão obscena a intimidade de uma convicção religiosa... E ainda querem os organizadores fazer-se passar por católicos!? Mas que planeta é este?! Não sei se, como católicos fervorosos que certamente serão, têm ido à missa ultimamente, mas da última vez que fui não me lembro de situações de risco em que o uso do preservativo fosse aconselhado; e se, na vossa ferrenha vivência católica, quando vão à missa é à busca de um engate, então sugiro um psiquiatra.

M. Matos disse...

Seria uma iniciativa séria se as verdadeiras intenções não estivessem bem patentes na vossa página do facebook. Desde anedotas sobre o papa até claras afirmações de superioridade intelectual por parte de quem perfilha a vossa lógica. Tomar a crença de uma pessoa como sinal de ignorância e atraso intelectual só revela a vossa verdadeira natureza e agenda: a criação de estereótipos que sirvam os vossos interesses. Sim, é um ataque à Igreja, pura e simplesmente, e não, não acredito que se ralem com os portadores de HIV, com este ou qualquer outro flagelo. E o pior é precisamente isto, que utilizem uma doença que causa tanta dor a tanta gente para fins tão mesquinhos. Quanto à questão do preservativo em si, é de facto interessante que digam que a afirmação do papa é um atentado à saúde pública. Afinal que visão têm do Homem, um ser desprovido de qualquer sentido de responsabilidade, incapaz de refrear impulsos auto-destrutivos e evitar situações de risco, um autómato capaz de sacrificar a vida por fugazes momentos de prazer? E se assim for, não é o preservativo apenas mais uma forma de desresponsabilização? Será, verdadeiramente a única e derradeira defesa? Que tal acreditar mais capacidade humana de encontrar caminhos de realização pessoal que não passem pelo vazio, que tal ter um pouco de fé - perdoem-me sugerir tal desatino - na capacidade de viver uma sexualidade responsável e saudável e não simplesmente animalizada.
A quem se quer atirar para uma piscina cheia de tubarões o que faz mais sentido dizer? "Tome lá esta espingarda submarina e divirta-se!" ou "É melhor não se meter aí"?
Enfim, parece que a história é mesmo cíclica, perseguições à Igreja sempre existiram, não fosse o seu fundador ter sido pregado numa cruz por pensar de forma diferente da lógica dominante e se atrever a falar a verdade que, então como hoje, é incómoda. Conforta-me, no entanto, a certeza de que, como no passado, a Igreja sairá mais forte deste ataque coordenado e, daqui a dois mil anos, por cá ainda estará a fazer o que sempre tem feito: dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede e a suavizar a dor de quem caminha ao nosso lado. Quanto a toda esta torpe mesquinhez e seus instigadores, terá o destino que a História reserva à mediocridade, o esquecimento.

Rita Sousa Rêgo disse...

Acho uma grande hipocrisia dizerem que não querem afrontar os católicos nem o Papa. Claro que o vosso objectivo é atacar-nos.

O que o Papa disse em África é verdade. Além disso o preservativo é uma das grandes causas do aborto na medida em que faz-se sexo com preservtaivo pensando que tem 100% d eficácia. Não tem, sabem que não tem. Resulta uma gravidez e vai de matar o bebé.

Por essas e outras a Igreja diz não ao preservativo - é mais um logro.

Se não pretendem afrontar o Papa nem os católicos não distribuam preservativos onde dizem que o vão fazer. E sejam sérios naquilo que fazem.

Porque é que o consumo de preservativos aumenta na mesma proporção que os casos de sida?

Sejam sérios e não chateiem.

Diogo disse...

Deixo dois artigos que desmascaram toda esta retórica aparentemente favorável à resolução do problema da Sida mas que na verdade apenas instrumentaliza a doença como pretexto para tentar impor um modelo de sociedade construido sobre as cinzas do nosso património moral e civilizacional, baseado numa concepção do homem como ser essencialmente racional que por essa razão se distingue dos restantes animais.
O autor é Edward Green. A ser verdade que os responsáveis desta iniciativa são pessoas informadas sobre a luta contra a Sida no mundo, o que duvido, escuso de o apresentar porque o devem ter como ídolo.
Espero que tenham a sensibilidade suficiente para perceber que uma acção deste tipo não só não vos engrandece como revela mesquinhez e falta de respeito próprios apenas de quem vive em bicos de pés com a aspiração do protagonismo na praça pública.
Os artigos que envio demonstram que só pode ser essa a motivação dos promotores desta iniciativa, uma vez que até as máximas autoridades mundiais no combate à Sida corroboram as soluções veiculadas pela Igreja para o problema.

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/03/27/AR2009032702825.html

http://article.nationalreview.com/?q=MTNlNDc1MmMwNDM0OTEzMjQ4NDc0ZGUyOWYxNmEzN2E

jcerca disse...

"Agradeço as vossas preocupações!"
Caro Diogo
Esta sua frase, além de revelar um grande cinismo perante tantos alertas sobre a inconveniência e inoportunidade desta infeliz provocação que teimais em levar adiante, demonstra uma vez mais a irresponsabilidade dos seus organizadores. Não conseguis convencer ninguém que seja minimamente sensato, mesmo que não seja católico, de que o objectivo da vossa manifestação é única e simplesmente a provocação e uma descarada falta de respeito não só pela Igreja católica, como pelo próprio País a que pertenceis.
Se alguma violência acontecer com os vossos agentes provocadores, já estou a ouvir o vosso berreiro contra a falta de liberdade e a falta de respeito. Mas será tão grande esse berreiro, amplificado pela vossa aliada comunicação social que não vos deixará ouvir também a falta de liberdade e de respeito contra a qual vocês se insurgiram.

Diogo Caldas Figueira disse...

Caro JCerca eu leio atentamente todos os comentários aqui postados e para pessoas que se dizem católicas e tolerantes só leio criticas, insultos do pior e ameaças. Onde está aí o respeito? Da parte dos organizadores e das 10 mil pessoas que já acreditam nesta iniciativa de luta contra a SIDA, não ouviu neste blog um único insulto pessoal.

Não sei o que tanto lhe preocupa (ou mesmo assusta?) em ver no dia (horas antes e fora dos locais das celebrações) grupos de pessoas vestidas de branco com um laço da SIDA a andar pelas ruas a distribuir um preservativo e um folheto informativo. Enquanto conhecedor da "ratio" do conceito de liberdade de religião e de culto, não entendo como a nossa iniciativa é um atentado gravoso e uma perseguição à Igreja como aqui já ridiculamente foi sugerido. Todos estes comentários são lidos, feliz ou infelizmente, por muita gente e acredite que afirmações irracionais dessas nada abonam na vossa causa (que ainda ninguém entendeu qual é).

Não queremos nem vamos afrontar o Papa nem a Igreja Católica. Não há mais para discutir porque isso é a mais pura das verdades. Se estivessem preocupados com outras iniciativas, das quais nós imediatamente nos demarcamos, como a de acenar ao Papa com lenços pretos, a de criar manifestações, cartazes relacionados com a questão da pedofilia.... Aí sim os vossos esforços em tentar diminuir tais campanhas fariam sentido e acredite que eu seria o primeiro a ajuda-lo a batalhar contra tais campanhas.

Para os que nos acusam de querer a ribalta, algo que levo a insulto pessoal dado a ligação que tenho com pessoas seropositivas, dou um exemplo muito concreto: Ontem fomos contactados por um jornalista de um jornal bastante sensacionalista e que está hoje à venda que nos disse que nos daria a capa do jornal para a nossa iniciativa e tudo o mais. A partir do momento em que lhe expliquei que não pretendiamos tal e quando lhe explicamos que não eramos contra o Papa e que não queriamos criar qualquer tipo de afronta, o mesmo desinteressou-se. Resultado: a capa do referido jornal vem com a tal iniciativa dos lenços e bandeiras pretas contra o Papa e a nossa iniciativa é mencionada num parágrafo pequeno no meio do jornal.

Acreditamos de alma e coração nesta iniciativa e sabemos que a vamos fazer sem qualquer tipo de afronta. Só alguns comentários lidos aqui sobre a questão do preservativo, mostra mesmo como muita gente ainda não faz a minima ideia para o que o mesmo serve e são a essas pessoas que queremos chegar. Respeitamos a vinda do Papa e o momento que se vai viver e é por isso que nao vamos realizar a nossa acçao durante ou nos locais das missas.

E acrescento que temso voluntários que já iam ver a missa do Papa, dado serem católicos praticantes, mas que horas antes vêm connosco distribuir preservativos e panfletos pois percebem que as coisas não estão relacionadas e sabem dissociar as mesmas.

Cumprimentos.

Joana Vasconcelos disse...

Apoio totalmente esta iniciativa. Quando se diz abertamente que os preservativos são a causa da SIDA, é necessário responder abertamente também.
Com os estudos que se fazem, é possível verificar que o preservativo além de um óptimo contraceptivo, é também uma eficaz barreira física contra DSTs.

Não percebo qual é o problema e porque revolta tanta gente. O preservativo não passa de uma prevenção contra uma das pandemias mais graves e penosas da humanidade, seja por venda numa farmácia ou à porta de uma Igreja. Independentemente dos objectivos dos organizadores, só o facto de evitarem a propagação do vírus entre duas pessoas, já é uma iniciativa que valeu a pena.

Se o Santo Padre pôde dar a sua opinião sobre este problema, também os três estudantes têm direito a dar a sua, e a ajudarem como poderem e acharem.

O que está em causa não é a religião, mas sim o vírus da SIDA. Lembrem-se que o mais importante é ainda manter-nos a nós e aos nossos, com saúde, e que não deve ser desculpa para confrontos entre massas. Tenho dito.

Anónimo disse...

Cheira-me que nestes dias vão haver muitos voluntarios de t-shirt branca com mtas borrachinhas enfidas pela cabeça abaixo.

jcerca disse...

Mau caro Diogo
Não seja ingénuo, nem se arme agora emvítima! Então acha que não temos o direito de exigir respeito e serenidade por um momento tão nobre, não só para os cristãos, mas para todos os portugueses, como é a visita de um Chefe de Estado e do Chefe da Igreja Católica ao nosso País?
Não tem consciênciade de que essa acção é passível de causar desordem em momentos e em locais que são espaços de fé, de paz e de oração? Será que os inúmeros alertas e as inúmeras contestações à vossa acção não vos faz reflectir, por um momento que seja, nas suas consequências?
Se sim, então só vejo ai fanatismo ideológico e um desejo irresponsável de provocação. E é pena, pois aquilo que dizeis pretender alcançar (que eu nunca acreditei)terá efeitos contrários e prejudiciais aos vossos supostos objectivos. É que uma acção que não respeita os direitos e as convicções da grande maioria do povo que se vai juntar à volta do Papa em três importantes cidades do País, nunca poderá ter qualquer efeito benéfico. E isso vocês não querem ver. E de facto, como em tudo na vida, o maior cego é aquele que NÃO QUER MESMO VER!
José Cerca

Maria disse...

O que vai acontecendo na Avenida dos Aliados:
- Milhares de pessoas a transitar todos os dias
- Concertos pontuais
- Concentrações de pessoas para ver jogos de futebol
- Feiras do Livro e outras
- Eventos de promoção de qualquer coisa
- Parques de diversões para crianças
- A maior árvore de natal
- Manifestações
- etc.

Que espaço tão favorável a uma visita do papa.
Que local tão.. tão.. (e citando) "espaço de fé, de paz e do oração".
Com tantas horas à espera ainda deve dar para ir ao McDonald's almoçar, ir aos correios e talvez pagar a conta da água!

Stefano disse...

denuncia contra a igreja
http://redeproftiagomenta.ning.com/profiles/blogs/a-igreja-foi-cumplice-do

Stefano disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Joana Vasconcelos disse...

Com o devido respeito jcerca, ao afirmar que "uma acção que não respeita os direitos e as convicções da grande maioria do povo que se vai juntar à volta do Papa em três importantes cidades do País, nunca poderá ter qualquer efeito benéfico" não posso concordar consigo.
Pelo que vi, parece que os jovens que tiveram esta iniciativa, no que respeita directamente à religião, apenas contestaram a frase dita em África, a qual e volto a repetir, se negaram os efeitos benéficos dos preservativos na luta contra a SIDA.

É esta a mensagem que os rapazes planeiam transmitir, porquê transformar isto numa discussão? Os preservativos influenciam assim tanto a religião cristã? Se este tema abalar assim tanto a ideia de alguns cristãos, é porque a meu ver, não eram tão cristãos quanto isso.

A única ideia que pretende ser contrariada aqui é da ineficiência do preservativo. A Igreja toca a muitas pessoas, creio que nem todas devido às suas ideologias, serão capazes de levar à letra as palavras do Santo Padre, proferidas APENAS em África.

jcerca disse...

Tal como o Diogo e outros organizadores desta infeliz e provocadora iniciativa, também a Joana Vasconcelos não quer VER a inoportunidade desta acção e esforça-se por ignorar o seu caracter provocatório.
Em primeiro lugar a tão famosa frase do Papa em África, já toda a gente sabe que ela foi divulgada na comunicação social totalmente fora do seu contexto.
Em 2º lugar a vossa tão grande certeza na eficiência do preservativo para combater a SIDA não está nada de acordo com os dados estatisticos analisados por sérios investigadores. Basta ver os milhões de preservativos distribuídos e comparar com os seus efeitos práticos.E os números estão aí para o atestar, sem falsas demagogias.
Em 3º lugar, Joana, o que aqui mais se critica não é o problema da SIDA, mas sim o seu aproveitamento acéfalo para perturbar a visita de um chefe de Estado ao nosso País e provocar os sentimentos religiosos da esmagadora maioria das pessoas que irão reunir-se para ouvir a mensagem do Papa, mensagem essa que não irá, certamente na linha dos promotores desta iniciativa. Daí a sua insana luta que nenhum, mas nenhum benefício trará para a vossa pseudo luta contra a SIDA.
Esta é que é a pura verdade que também a Joana pretende ignorar.
Estará certamente no seu direito.
Agora, misturar as lutas e provocar as convicções religiosas de pessoas, com isso é que não posso jamais concordar.

Joana Vasconcelos disse...

Está a ver as coisas de um lado muito negativo. Do meu ponto de vista a distribuição gratuita de preservativos, seja a quem for, na presença de quem quer que seja, não traz consequências negativas, a não ser que as pessoas assim o ditem. Mas isso é arranjar problemas onde há partida não existem.

O problema pode nem ser o que foi dito em África, nem quem o proferiu (claro que um chefe de estado de tamanha influência, cada palavra é de importância), mas sim como os Media transformam as coisas, tornando tudo muito mais dramático. Já pensou o que é as pessoas generalizarem e pensarem que o preservativo é menos ineficaz, não apenas em África mas no mundo todo? O que seria de nós, e dos nossos sucessores?

Eu própria sou investigadora de formas de combate ao vírus, em especial na área bioquímica, e posso assegurar-lhe que até agora é o que temos de mais eficaz contra a propagação da SIDA.
Não é possível afirmar que é ineficaz, por não ter elemento de comparação, mais precisamente por não existir um local onde o contraceptivo seja banido, nem como outro onde seja controlável a correcta utilização do mesmo.
Tento manter a ciência afastada da religião, já mesmo para não haver problemas.

Lembre-se que para haver desordem, tem de existir as duas faces da moeda, os desordeiros e os afectados. Se existir algum tipo de desordem, não deite lenha para a fogueira.

Um bem haja!

Diogo Castro e Mendonça disse...

Quanto mais essa cambada de fanáticos se manifestarem contra os preservativos, mais chamam a sua atenção o que é muito positivo, e destroi os seus intentos. Se tivessem calados fariam um pior serviço, pois a comunicação social não daria o enfoque que está a dar e bem. Muito deve sofrer de angústia de morte quem quer acreditar na vida ad eternum, mas enfim cada um acredita nas fantasias que quer, pois o 25 de Abril fez-se para que não tivéssemos de ter todos o mesmo pensamento.

Morais disse...

Só para o Diogo Castro e Mendonça. Tu não fumes essas merdas porque depois afectas o unico neuronio que tens bom e desatas a dizer asneiras. Fumas antes coentros porque a pedrada é boa e ainda fazes rir